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Saúde do bebê

AMAMENTAÇÃO

O leite materno é forte e adequado para o bebê, que não vai necessitar de outro alimento até os 6 meses de idade.
Depois dessa idade o leite deve ser mantido, mas acompanhado de outros alimentos da família.

VANTAGENS

º O leite materno é o alimento mais completo que existe para o bebê. Por isso não é preciso completar com outros leites, mingaus ou suquinhos;
º O leite materno é muito fácil de digerir e não sobrecarrega o intestino e os rins do bebê. Isso explica porque as fezes do bebê são aguadas, e a urina é bem clarinha e abundante;
º Ele protege o bebê da maioria das doenças;
º É prático, não precisa ferver, misturar, coar, dissolver ou esfriar;
º Está sempre pronto, a qualquer hora ou lugar;
º Transmite amor e carinho, fortalecendo os laços entre a mãe e bebê;
º Protege a mãe da perda de sangue em grande quantidade depois do parto;
º A amamentação diminui as chances de a mãe ter câncer de mama e de ovário.


EXISTE LEITE FRACO?

Não. O leite nunca é fraco. A aparência do leite muda conforme a fase da amamentação: nos primeiros dias o leite é em pequena quantidade, grosso e transparente. É o colostro, um leite muito concentrado, nutritivo e com muitos anticorpos. É a primeira vacina do bebê. No começo da vida é muito importante receber o colostro a toda hora. Além de dar proteção, ajuda a treinar o jeito de mamar.
Com o passar do tempo, o leite muda de aparência conforme a duração da mamada: no início ele é branco aguado; no final, é amarelo e gorduroso.

O QUE SE DEVE FAZER PARA AUMENTAR A QUANTIDADE DE LEITE?

Quanto mais o bebê mama, mais leite a mãe produz. A produção de leite acontece quando o bebê suga. Para aumentar a quantidade de leite, amamentar mais vezes ou durante a noite ajuda.

OS ALIMENTOS QUE A MÃE COME PODEM PREJUDICAR A AMAMENTAÇÃO?

Não, a maioria dos alimentos não afeta a amamentação. Comer um pouco mais que o habitual é suficiente para essa fase em que o corpo está produzindo leite.
As bebidas alcóolicas são desaconselháveis porque podem embebedar o bebê.

QUANDO A MÃE ENGRAVIDA NOVAMENTE PODE CONTINUAR A AMAMENTAR?

Sim. Uma nova gestação não prejudica o leite, mesmo que mude um pouquinho o seu gosto. O bebê às vêzes estranha, mas logo se acostuma. A amamentação não costuma prejudicar o bebê que está se formando. O médico que acompanha o pré-natal vai orientar essa nova gravidez.


GESTAÇÃO E FUMO

A fumaça do cigarro contém monóxido de carbono, que tanto no sangue materno quanto no fetal, reduz a capacidade de transportar oxigênio de que o feto tanto necessita para se desenvolver e crescer.

Além do monóxido de carbono, a fumaça contém nicotina, que é um alcalóide como a morfina, e por isso leva também a dependência, ficando difícil deixar de fumar. A nicotina acarreta alterações do coração e das artérias em geral, além da sua ação sobre as glândulas supra-renais, liberando maior quantidade de adrenalina, aumentando a pressão arterial e a freqüencia dos batimentos cardíacos.

A placenta da fumante se mostra grande e grossa, o que aumenta a incidência do deslocamento e da placenta prévia, como também a ruptura precoce da bolsa d'água.

É de 50 a 100% maior o risco de morte do recém-nacido por ocasião do parto e de partos prematuros, especialmente se a mãe já apresenta algum problema de saúde.

As mães que fumam muito são mais sucetíveis de terem bebês com icterícia ou que apresentam insuficiência cardíaca antes do parto.

Os bebês apresentam baixo peso ao nascer, em média 100 a 300 gr a menos, e a proporção dos bebês com menos de 2,5 kg é o dobro entre as mães fumantes. Eles são também menores em comprimento e perímetro da cabeça e peito.

 

GESTAÇÃO E ÁLCOOL

O efeito mais grave do álcool na gestação é o atraso no desenvolvimento físico do bebê, pois ele nasce pequeno e continuará pequeno no seu desenvolvimento físico futuro.

Estão relatadas anomalias nos olhos, especialmente defeitos das pálpebras, maxilar pequeno, anomalias nos ossos e articulações do crânio, bem como defeitos no coração.

Essas malformações foram observadas nos filhos de gestantes com alcoolismo crônico, freqüentemente embriagadas. Naturalmente a freqüência dessas anomalias varia com o modo de se ingerir o álcool.

O SONO DO BEBÊ

Na hora de ir para a cama, as crianças fazem o que está a seu alcance para que os pais não saiam do quarto e elas não precisem dormir. Mesmo quando estão caindo de sono, resistem bravamente enquanto tiverem forças. Ficam com sede, querem ouvir uma história a mais, uma música e até pedem beijinhos.

Essa novela e também a maior parte dos distúrbios relativos ao sono são causadas pela falta de rotina, por falta de disciplina e não por um problema realmente grave. Quando a criança dorme, isso não é bom apenas para os pais, que podem descansar um pouco. O sono da criança merece atenção especial porque dormir é uma grande ferramenta para o desenvolvimento cerebral.

Entre os 3 e os 6 meses de vida, toda vez que a criança dorme estão sendo formadas proteínas fundamentais para sua memória, sua capacidade de aprendizado e seu crescimento corporal.

Por mais incômodo que seja deixar a criança chorar no berço, os pais não devem ceder à tentação de tirá-la dali. Se ela for pega no colo ao chorar, vai sempre repetir a cena. Muitas vezes elas acordam chorando durante a noite porque tiveram uma pesadelo. Nesta hora, é preciso abraçá-las, acalmá-las e colocá-las normalmente para dormir.

As crianças submetidas a uma rotina acordam menos do que as outras. Daí a importância de impor certas regras. Dormir com os pais, só em casos excepcionais, como doença. A restrição vale até para os bebês em fase de amamentação, que no máximo, podem dormir num berço ao lado da cama dos pais. Ainda assim por tempo limitado.

O alerta vale também para os pais que recorrem a artifícios para o filho pegar no sono, como ligar a televisão ou, acredite, oferecer passeios de carro. Esses expedientes podem funcionar, mas prejudicam a criança e tiranizam os adultos.

1. Como fazer seu filho ir para a cama?

Os pediatras recomendam alguns truques para que as crianças brinquem durante o dia e, chegada a noite, durmam. Como as crianças são diferente entre si, as regras que valem para uma podem não servir para outra. Eis algumas sugestões:

Estabeleça uma rotina - Defina um procedimento padrão para quando a noite cai. Se você definir que a ordem é banho, jantar e cama, faça sempre assim. Para as mais agitadas, um banho morno sempre acalma. Contar histórias também.

Desligue a criança - No final do dia, fuja das brincadeiras mais agitadas, como jogar bola ou cantar "marcha soldado".

Acalme a casa - Na hora de fazê-la dormir, apague a luz do quarto, fale mais baixo, diminua o volume da televisão. A casa não precisa de silêncio absoluto, mas mesmo os adultos têm dificuldade para dormir com nível de ruído alto.

Dê meia hora - Criança pequena geralmente associa o ato de dormir com separação dos pais. Para fazer essa transição da melhor forma possível, se puder fique com ela a última meia hora do dia.

Nada de colo - Quando colocar seu filho para dormir, evite pegá-lo no colo ou acariciá-lo até que caia no sono profundo. Ponha-o no berço, poque se ele se acostumar com tanto mimo, você não terá mais sossego.

 

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